A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO DO COMPORTAMENTO FINANCEIRO NA VIDA DO ATLETA DE FUTEBOL
O objetivo, ao escrever esta monografia foi mostrar algumas atitudes que aumentam a propensão ao endividamento e a atuação da Educação Financeira no enfrentamento a este risco. O endividamento financeiro se concretiza de diversas formas, conforme analisarei abaixo. As dívidas deixam diversos rastros de sofrimento, muitos ficam negativados, dificultando o acesso a novos créditos; esta negativação do nome traz ainda outros transtornos, como impedir que a pessoa assuma determinados cargos em instituições financeiras. As dívidas que eventualmente geram estas restrições no nome, representam também fatores de instabilidade em casamentos e em sociedades de um modo geral, trazendo brigas e discussões e em muitos casos, rompimentos definitivas. Elas também provocam atraso na construção do patrimônio e concentração de renda nas mãos dos donos do capital. Como consequência mais crítica e perigosa, as dívidas presenteiam os seus detentores com empobrecimento financeiro. Muitos que, no afã de conseguir maior consumo, aceitam se endividar, em pouco tempo percebem os efeitos adversos da sua má escolha pelas diversas restrições orçamentárias que viverá por um bom tempo. Mas o endividamento financeiro não esgota ai os danos causados às suas vítimas. Elas ainda afetam a saúde, a autoestima, criam dificuldades no trabalho como absenteísmo e presenteísmo e mesmo representando um mal que rapidamente mostra muitos destes seus nefastos efeitos, ainda assim, não é facilmente curável. Muitos ficam endividados por anos a fio e é interessante notar que este mal, apesar da sua aparente simplicidade, atinge de forma democrática todas as classes sócio econômico culturais indistintamente, mostrando que a receita básica que diz: “gaste sempre menos do que ganha” ou o ditado que ensina: “dê sempre um passo menor do que sua perna alcança”. Apesar de óbvios e de serem conhecidos e aceitos por todos, e serem em tese, de simplíssima execução. Estas receitas, como mostram as estatísticas de endividamento, não têm sido suficientes para estancar a sangria em muitos bolsos; isto nos prova que lidar com dinheiro não é algo tão trivial como muitos supõem; necessita aprofundamento, contínuo preparo, curiosidade, pesquisa e persistência. Requer Educação Financeira.
Autor (a): Raimundo Caldas
Ano: 2016
Material: Monografia
Palavras-chave: Educação Financeira, endividamento, Juros e Empobrecimento
FATORES DO ENDIVIDAMENTO E EDUCAÇÃO FINANCEIRA
O objetivo, ao escrever esta monografia foi mostrar algumas atitudes que aumentam a propensão ao endividamento e a atuação da Educação Financeira no enfrentamento a este risco. O endividamento financeiro se concretiza de diversas formas, conforme analisarei abaixo. As dívidas deixam diversos rastros de sofrimento, muitos ficam negativados, dificultando o acesso a novos créditos; esta negativação do nome traz ainda outros transtornos, como impedir que a pessoa assuma determinados cargos em instituições financeiras. As dívidas que eventualmente geram estas restrições no nome, representam também fatores de instabilidade em casamentos e em sociedades de um modo geral, trazendo brigas e discussões e em muitos casos, rompimentos definitivas. Elas também provocam atraso na construção do patrimônio e concentração de renda nas mãos dos donos do capital. Como consequência mais crítica e perigosa, as dívidas presenteiam os seus detentores com empobrecimento financeiro. Muitos que, no afã de conseguir maior consumo, aceitam se endividar, em pouco tempo percebem os efeitos adversos da sua má escolha pelas diversas restrições orçamentárias que viverá por um bom tempo. Mas o endividamento financeiro não esgota ai os danos causados às suas vítimas. Elas ainda afetam a saúde, a autoestima, criam dificuldades no trabalho como absenteísmo e presenteísmo e mesmo representando um mal que rapidamente mostra muitos destes seus nefastos efeitos, ainda assim, não é facilmente curável. Muitos ficam endividados por anos a fio e é interessante notar que este mal, apesar da sua aparente simplicidade, atinge de forma democrática todas as classes sócio econômico culturais indistintamente, mostrando que a receita básica que diz: “gaste sempre menos do que ganha” ou o ditado que ensina: “dê sempre um passo menor do que sua perna alcança”. Apesar de óbvios e de serem conhecidos e aceitos por todos, e serem em tese, de simplíssima execução. Estas receitas, como mostram as estatísticas de endividamento, não têm sido suficientes para estancar a sangria em muitos bolsos; isto nos prova que lidar com dinheiro não é algo tão trivial como muitos supõem; necessita aprofundamento, contínuo preparo, curiosidade, pesquisa e persistência. Requer Educação Financeira.
Autor (a): Raimundo Caldas
Ano: 2016
Material: Monografia
Palavras-chave: Educação Financeira, endividamento, Juros e Empobrecimento.