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Comece 2019 com bons hábitos

Quer começar 2019 abandonando hábitos que afetam a saúde financeira? Pequenas atitudes que transformarão a vida familiar podem ser adotadas pelos próximos 12 meses! É necessário começar com a motivação, que dará o “gás” necessário para planejar e cumprir as metas que forem estipuladas

 A educadora financeira Ana Ferrari, vice-presidente regional da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), explica que falta de planejamento geralmente gera prejuízos, como o desiquilíbrio financeiro. Isso poder gerar endividamentos e até inadimplências. “Quando se trata de planejamento, o ideal é fazê-lo uma vez por ano. Isso deve ocorrer cedo, de preferência antes das festas de fim de ano destinando o 13º salário de forma correta. Mas para quem não fez, ainda é tempo”, garante, Ana Ferrari.

METAS E PRAZOS

Além de cultivar hábitos, o planejamento deve ter metas e prazos, tirar do papel e fazer o plano funcionar. O primeiro passo é reunir a família, com comum acordo de todos é possível excluir despesas desnecessitarias evitando o desperdício. Todos precisam estar motivados, para fazer com que o planejamento saia do papel.

Saber o custo de cada ideia também é necessário para obter os valores e estipular os prazos. “Na parte de despesas, um dos objetivos para alcançar as metas é enxugar o máximo de gastos que puder, como o pacote de internet e TV a cabo que não sejam necessários. Já no consumo, toda vez que uma compra for feita, deve haver o consumo consciente que é comprar aquilo que é importante, que vai agregar, seja na alimentação ou no vestuário, checar se realmente está precisando de determinado produto”, ressalta.

Também é importante fazer o orçamento anual, uma planilha apresentando os rendimentos mensais por todo decorrer do ano. Também é essencial uma analise das despesas,  gastos fixos como base e eventuais como datas comemorativas e etc.  “É importante a planilha, deve lançar tudo o que for gasto e o que será gasto nela para deixar visualizado e encontrar o padrão de vida. Não se pode abrir mão também do investimento, que é reservar pelo menos 10% do que se ganhar”, conclui.

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Caique Lima

Assessor ABEFIN

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