Educação

Abefin promove Educação Financeira para alunos na Baixada Santista

Arrecadação de lacres de latinhas de alumínio para serem revertidas em uma cadeira de rodas; confecção e venda de artesanato para beneficiar um asilo; doação de alimentos a uma ONG, essas e outras ações que com o apoio da Abefin obtiveram sucesso ao levar a Educação Financeira para os alunos das escolas adotantes da Baixada Santista, que mostraram entender a importância dos projetos sociais.

Orientados pela educadora financeira e atual Diretora de Relacionamento da Abefin, Teresa Tayra; os gestores e professores desenvolveram projetos com cunho social. Mostraram que educação financeira pode ir muito além da realização de sonhos materiais.

O Colégio São José, em Santos, abraçou o projeto de coleta de óleo de cozinha usado; que acabou se tornando um dos cases de educação financeira mais comentados no ano passado. Projeto tinha o objetivo de ajudar um asilo doando  dinheiro vindo do sabão produzido com óleo de cozinha usado. As crianças, suas famílias e com a contribuição da comunidade em geral, principalmente dos donos de restaurantes do entorno da escola, se mobilizaram para coletar e armazenar o óleo de cozinha usado, principal matéria prima do projeto, evitando assim, o descarte inadequado no meio ambiente. Cerca de 1 litro de óleo usado pode poluir 1 milhão de litros d’água;  aproximadamente volume consumido por uma pessoa em 14 anos. Os alunos participaram de todas as etapas de fabricação artesanal, da embalagem até a venda do produto.

Além do envolvimento de outras disciplinas, como Ciências e Química, onde conheceram as etapas da fabricação do sabão; nas aulas de educação financeira, aprenderam conceitos de empreendedorismo , necessários para a estratégia de venda do produto. O projeto gerou um programa Tv Record, sendo transmitido para o litoral paulista, e escolhido como capa para comemoração de 9º aniversário da Dsop.

Dando continuidade a essa parceria de sucesso, em 2018 os alunos do 7º do Colégio São José exploraram as habilidades manuais. Através da venda de artigos de decoração confeccionados por eles, destinaram a renda a uma instituição beneficente. As peças produzidas empregaram matéria prima de baixo custo e o maior valor agregado foi a criatividade dos novatos artesãos.

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Caique Lima

Assessor ABEFIN

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