Financia

7 habilidades profissionais do futuro que seu filho precisa desenvolver hoje

Temas como educação financeira e inteligência emocional já podem ser aprendidas em sala de aula e estão na grade da Wizard.

Foi-se o tempo em que para estar bem preparado para o futuro era necessário apenas dominar um segundo idioma. Criatividade, tomada rápida de decisões, comunicação e pensamento crítico são só algumas das competências esperadas para futuros líderes. Um relatório sobre o futuro do trabalho divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e UNESCO, no início desse ano, listou sete dessas habilidades. Além das já citadas, entram nesse pacote a colaboração, liderança e resiliência. O relatório também aponta que haverá modificações em 42% das profissões até 2022, e que uma carreira sólida é um “artefato do passado.

Levando em conta esse contexto, a Wizard, maior rede de idiomas do Brasil e marca da multinacional Pearson (líder mundial em educação com presença em mais de 70 países) oferece o Future 7, programa focado em crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos com quatro cursos voltados para o ensino de competências que não são encontradas em instituições educacionais tradicionais. O objetivo é que as mais de 1,2 mil escolas da rede apliquem o modelo inédito ao longo dos próximos três anos,  impactado cerca de 150 mil alunos dessa faixa etária.

“Todas elas são importantíssimas hoje em qualquer emprego e empresa, mas serão ainda mais no futuro, onde 80% das profissões serão criadas. Só conseguiremos preparar as crianças desenvolvendo essas competências” frisa Edgar Grossi, proprietário de 7 escolas Wizard em Curitiba.

As novas soluções educacionais serão ministradas dentro das escolas, de forma integrada ao aprendizado de inglês, em cargas horárias que podem ir de 4 a 10 horas semanais. As habilidades serão ensinadas por meio de aulas que mesclam os assuntos e focam em um tema principal. Com isso, os pais têm a opção de escolher entre Mindset Digital, Inteligência Emocional, Educação Financeira e Pensamento Lógico.

De acordo com Grossi, os cursos estão disponíveis em todas as unidades da escola e as turmas são separadas por idade (de seis a oito anos, nove a 11 e de 12 a 14 anos). Há ainda um teste no site do programa que mostra aos pais quais competências o filho precisa desenvolver. Dessa forma, é possível escolher o curso mais adequado para a criança.

A arquiteta Ana Zim, mãe de Arthur, de oito anos, acredita que a colaboração e o trabalho em grupo são os aspectos mais importantes para se trabalhar com os filhos.  No caso de Arthur, essa habilidade vem sendo desenvolvida por meio de um esporte coletivo – além de aulas de inglês, Arthur participa de um time de beisebol. “Essa parte da coletividade é muito importante e traz coisas positivas, como a responsabilidade, por exemplo. No beisebol, ele precisa entender o coletivo e carregar os materiais. O esporte também ensina a cultura do agradecimento, que ajuda muito nas relações, fala Ana.”

 

Finanças
Em um país com altos índices de endividamento e inadimplência, educação financeira deveria ser onipresente nas escolas, mas ainda é raridade na grade curricular. Para falar do tema com crianças e adolescentes, é fundamental abordar assuntos como recursos naturais e finitos, diz o educador financeiro Rômulo Daniel, profissional certificado pela Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) na metodologia DSOP – Educação Financeira. “É preciso mostrar que muita coisa pode ser feita com trabalho em equipe e criatividade”. A DSOP, que desenvolve trabalho em escolas (atualmente, realizam ações nos Centro de Educação Infantil da Prefeitura de Curitiba), se baseia em quatro princípios para falar de dinheiro: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar. “Com as crianças você pode lidar de maneira lúdica, ensinando a partilhar e construir brinquedos, fazer cofrinhos coletivos na sala de aula. E aí a criança envolve toda a família, que começa a ver a importância de fazer reservas financeiras, diagnosticar sonhos e ter um plano”, frisa Rômulo.

 

Inteligência emocional
Mais do que uma tendência, incentivar que crianças e adolescentes falem sobre seus sentimentos é fundamental para formar cidadãos melhores para o futuro, crê a educadora Carolina Paschoal. “Trabalhar a conversa e a escuta, não tratar o sentimento do outro como desimportante, pensar no motivo que causa sentimentos como raiva ou ciúmes é muito importante para o desenvolvimento pessoal e, consequentemente, profissional. Ter a capacidade de se colocar e entender a realidade do outro nem sempre é fácil, mas quando abordada em um sistema de educação, as crianças têm uma mudança significativa”, complementa. Segundo Edgar Grossi, o novo programa de ensino amplia a atuação da escola, indo além do ensino de idiomas e incorporando em sua rede o aprendizado das competências necessárias para o sucesso dos alunos. “O objetivo é preparar a geração de hoje para os desafios que encontrarão no futuro”, finaliza.”

por Wizard

[28/10/2019] [20:05]”

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Thayna Palmas